domingo, 16 de março de 2008

Muito mais que um jogo.


Final Fantasy VI

O que falar de Final Fantasy? Que é possivelmente a série de Video-Game de maior sucesso no mundo? Bom, isso vocês já devem saber, mas eu to aqui pra falar de um capítulo especial da série, o meu preferido, o Final Fantasy VI.

Final Fantasy VI foi lançado em 1994 com o nome de Final Fantasy III para os ocidentais, pois os 3 primeiros não tinham sido lançados para o povo desse lado do globo. É o grande divisor de águas da série e possivelmente do mundo do RPG.
O jogo possui uma estória muito cativante e a mais tocante dentro da série. Um fato do enredo a se destacar é que você alem de ter que salvar o mundo como de praste, você tem de viver na pele as dificuldades e passagens individuais de cada personagem, coisas como traumas, perdas pessoais, rejeição das pessoas ao seu redor, as obrigações de aprender a lhe dar com as responsabilidades, ou seja, os personagens são seres-humanos que tem de aprender a lhe dar com suas dificuldades e descobrir a amizade, a fraternidade, realização e o amor e todas essas coisas que um ser-humano busca na vida. O legal é que sempre você sempre se identificará com algum dos personagens e consegue viver junto a eles momentos de alegrias, tristeza, raiva, enfim, é um jogo explora mais os personagens como individuos normais do que como heróis.
Kefka, o vilão do jogo, é um capítulo a parte, ele nao é um vilão que busca a vingança, o domínio ou só o poder, ele tambem é um ser-humano só que é um ser humano desprezível, ele é mau simplesmente por ser mau, ele chega a ser cômico, dotado de um "humor negro" nunca antes ou mesmo depois visto na série, é o de longe o pior vilão da série desbancando até mesmo sephiroth.
O game-play é fantastico, é simples objetivo e criativo, as magias são extraídas das Espers (summons) e evoluindo os personagens através das batalhas. É tudo simples e ao mesmo tempo perfeito.
Os gráficos são lindos, tendo em conta que o jogo foi produzido para um video-game 16 bits, na época poucos jogos poderiam ser comparados ao Final Fantasy neste quesíto.
Agora a minha parte favoríta, a trilha sonora. E linda, todas as musicas são soberbas, dignas de um gênio, e Nobuo Uematso nao é nada menos do que um gênio. Aria di Mezzo Carattere, esse é o nome da famosa Ópera de FF VI, interpretada no jogo por uma das personagens, a Celes e que encanta por ser uma composição primorosa e introduzida genialmente no contexto do jogo, só jogando esse clássico mesmo pra saber do que eu estou falando.

Veredito:
Final Fantasy VI é incrivelmente emocionante, viciante e divertido. Obra-prima é a denominação correta para este magnifico jogo. Ofuscado por Final Fantasy VII e os outros da série que vieram posteriormente, mas não deixa de ser um grande jogo, o mais inspirado e na minha opinião o melhor da série. Se você se diz fã de RPG e de Final Fantasy e nunca jogou o FF VI, jogue pois é no mínimo obrigatório.

Nota: 10/10

Bom início para o blog...

Bom, uma semana sem post, deve ser esse o interválo de cada post por aqui, até porquê eu não posso dedicar minha vida a um blog, mas uma coisa me surpreendeu, recebi 4 e-mails falando sobre as postagens, um falando do Ninja Gaiden e os outros falando que realmente gostaram da dica da banda que eu dei, e sabe o que é mais legal? Eu nunca vi essas pessoas que me mandaram os e-mails na minha vida... legal ?

bom... lá vem mais um... falando sobre Video-Game novamente.

domingo, 9 de março de 2008

UneXpect


Jovens leitores (*cri-cri-cri**), depois do início quase que perfeito (\o/), ao qual eu consegui vencer uma barreira e me expressar sobre algo de uma forma clara, retorno pra falar sobre música. Música talvez seja o assunto que modéstia à parte eu mais entenda (não que eu seja um expert). Não sou nenhum crítico de jazz chato e careca (pelo menos careca ainda não) mas gosto de música de qualidade, tanto faz o estilo, quanto a isso sou bastante eclético.
E qualidade é o que essa banda louca, caótica, pesada, progressiva e melódica tem, e tem de sobra.

Unexpect é uma banda canadense de Metal, mas acho que limitar essa banda a um rótulo e ainda mais um rótulo mal visto como o Metal é pouco, eu diria que essa banda consegue reviver (guardada às suas devidas proporções temporais e limitações criativas) o estilo vanguardista de bandas dos anos 70 progressivas como Yes, Camel, Gentle Giant e cia, misturado com pesos de bandas extremas como Death e Opeth.
Essa banda ultrapassa a barreira hoje limitada do Prog Metal que tem um estilo ditado pelas bandas pioneiras como Dream Theater, Symphony X e Fates Warning.
Boa música sem a interpretação de um grande musico não é uma coisa convidativa aos ouvidos, e o que temos aqui é um line-up de músicos de grande qualidade, destaco a bela voz de Leïlindel que divide os vocais com os também guitarristas Syriak e Artagoth (só nome loco), os vocais se contrastam durante as passagens variando entre o vocal líricos (Leïlindel), limpos e guturais (Syriak e Artagoth). Destaco também o baixista no mínimo virtuose chamado ChaotH que toca com um baixo de 9 cordas (não me pergunte pra que as 9 cordas), o rapazinho complementa o todo da banda com bases loucas e pesadas, slaps bem executados e uma técnica bastante aprimorada. o line-up da banda também conta com Blaise Borboën-Léonard nos violinos, Landryx na batería, grande baterista por sinal e Exod nos teclados.
O álbum que ouvi da banda se chama "In A Flesh Aquarium" que você encontra no eMule mais próximo de você, acho que é a única forma de se ter contato com essa maravilhosa banda é através da não politicamente correta dos Downloads, pois ela não é muito conhecida por aqui.

Bom, se você tem a cabeça aberta, bom gosto e acha que sería agradavel ouvir um coquetel de etilos misturados da mais caótica forma, fica aqui minha dica.

sábado, 8 de março de 2008

The way of the Ninja


Ninja Gaiden Sigma

Bom, meu primeiro post oficial por aqui é um breve review de um jogo de video-game que joguei recentemente...

Ninja Gaiden Sigma é um remake do Ninja Gaiden Black lançado inicialmente para Xbox, isso muitos já sabem.
O jogo tem uma estória bem montada, você entra na pele de Ryu Hayabusa, membro de um antigo clã ninja que tinha como objetivo proteger duas espadas lendárias, uma das espadas foi roubada e o vilarejo do clã destruído, cabe a você vingar a morte dos seus amigos e tirar a poderosa espada roubada das mãos do vilão. Mas muita calma, muitas surpresas aguardam e algumas reviravoltas.
O jogo tem uma jogabilidade com boa resposta e mecânica bastante funcional. Temos boas musicas, algumas chatas, mas no geral a trilha sonora é boa. Os gráficos são bons, deve se constatar que o jogo foi lançado no início do Playstation 3, portanto há com certeza jogos com gráficos bastante superiores hoje.
Devo ressaltar que esse foi um dos jogos mais difíceis que joguei nos últimos tempos, é provavelmente o jogo mais difícil desta geração, morrer é normal, digo mais, morrer muitas vezes é normal, Agrada com certeza os jogadores "Old School".

Veredito: Na minha opinião, este é um jogo obrigatório para os felizardos que possuem um Playstation 3, apesar de ser "antigo" fiz questão de falar sobre o jogo por ter me agradado mais do que o esperado, portanto, arrumem esse jogo e tenham um desafio de verdade.

Nota: 9,0

uélcame

Bom, a princípio eu estava afim de escrever qualquer baboseira em um blog para as pessoas, aí eu me perguntei: Quem vai ler minhas idiotisses se ninguém ouve minhas idiotisses? Mas mesmo assim eu resolvi escrever a respeito de algumas coisas que eu curto, tipo: filmes, livros, jogos, além de expor minha visão a respeito de qualquer coisa que eu queira.
Sem ser indelicado, mas não espero que gostem, mas espero conseguir ser sincero e objetivo da mesma forma que eu costumo agir normalmente.

Let the Carnage Begins...

P.S.: Desculpem os erros de português e erros em geral... herrar é umano...

meu e-mail pra contato: mariosergio@hotmail.co.uk